O Grupo Globo sabe que as empresas de mídia atuais estão sob enorme pressão para criar conteúdos de mídia digital que não apenas ressoam com o público, mas também são transparentes e abertos durante os períodos de mudanças culturais.

A empresa de mídia brasileira, conhecida em todo o país por suas novelas e reality shows, como o Big Brother Brasil, acredita que tem a responsabilidade de participar das conversas sociais, políticas e culturais por meio de seu conteúdo digital e linear.

Vanessa Oliveira, diretora da VIU Hub na Globo, conversou com Diego Romero, Customer Success Manager do Tubular Labs em um webinar recente sobre como a empresa aborda a evolução no cenário de mídia, como orquestra campanhas bem-sucedidas de marcas e patrocinadores e como usa o vídeo digital para realizar mudanças sociais.

Estes foram os três tópicos principais:

1. Abrace a mudança e aceite os erros cometidos.

A sociedade como um todo ainda está aprendendo a conviver  no mundo online, portanto, presumir que você possa ter uma sólida compreensão do cenário digital é perigoso. Dessa forma, diminuir suas barreiras e expectativas pode te ajudar a ser mais aberto e transparente, mesmo quando você cometer erros desconfortáveis.

Por exemplo, um dos programas de notícias da Globo recentemente teve que lidar com um problema quando seus jornalistas convidaram seis homens brancos para falar como especialistas em um segmento sobre racismo após o assassinato de George Floyd nos EUA. Como esperado, os telespectadores reclamaram nas redes sociais.

“No dia seguinte, a [equipe do programa] falou ao vivo sobre a mensagem que recebeu e concordou com os telespectadores de que havia sido um erro”, disse Oliveira, observando que o programa havia convidado seis novos especialistas, todos negros. “Estamos admitindo isso publicamente; estamos ouvindo a plateia e conversando e aprendendo”.

2. Encontre patrocinadores e marcas parceiras dispostos a dialogar com seus públicos.

Se uma marca está aberta a coisas novas, é possível que vocês possam abrir caminhos novos juntos. Isso ocorre porque a mídia não é mais uma via de mão única (como a TV aberta); o vídeo social agora se tornou uma maneira de obter feedback instantâneo, pois o público se tornou a mídia.

A Globo experimentou isso em primeira mão com a seguradora Caixa Seguradora, que ajudou a patrocinar o programa de dicas financeiras De Bens com a Vida da Globo. A campanha de marketing multiplataforma obteve uma taxa de resposta positiva de 98% porque a marca confiava na visão da Globo, apesar das duas empresas nunca terem trabalhado oficialmente juntas antes.

“Criamos a marca para informar as pessoas e, em seguida, usar essa base de público já interessada no assunto para fazer marketing com os produtos de seguros da Caixa”, explicou Oliveira.

3. Use os esforços de vídeo digital para empoderar a mudança social.

Há uma revolução de comunicação acontecendo no digital, onde todos precisam aprender a ouvir e a falar. Vídeos oferecem uma enorme oportunidade e responsabilidade por permitir esse movimento e contar essas histórias.

Um bom exemplo disso é como a Globo iniciou uma campanha social para combater o sexismo após uma mulher vencer seu programa Looking For a Caster, que buscava um locutor de e-sports para Rainbow Six . Infelizmente, a Globo recebeu mensagens de ódio dizendo, “ela ganhou apenas porque é mulher”.

Além das marcas que participaram e influenciadores que falaram sobre sexismo, a Globo criou a marca “PorqueÉMulher” com uma conta no Twitter e perfil no Instagram. “Este caso pode nos mostrar como podemos usar a televisão e as plataformas digitais para abrir discussões”, disse Oliveira.

A Polis Consulting representa oficialmente a Tubular no Brasil. Para mais informações sobre a plataforma de análise de vídeos, entre em contato conosco através do e-mail info@sh-pro64.teste.website ou aqui em nosso site.

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